O início de tudo
Bem, tudo começa com um começo, e se pensar bem, o começo da minha história são meus pais. Ou melhor, os pais dos meus pais. Ah, tá, vamos simplificar: a família da minha mãe são todos de origem gaúcha. E a do meu pai, é de origem paranaense. Mas eu sinceramente, detesto ir para o Paraná, e amo ir para o Rio Grande do Sul, porque eu nasci lá, e os meus primos, tios, tias, dindos, dindas, vovô e vovó preferidos são de lá.
Minha mãe e seu irmão, Pablo, em 1974.
Minha mãe e o Zagor em 1987.
Sinceramente, não sei por que eu não gosto do Paraná, deve ser porque tenho primas lá, e toda vez que vou visitá-los, os "tios" ficam me comparando, Ah, quer saber? Dá uma raiva imensa dentro de mim. Mas voltando: minha mãe, Estela nasceu no Paraná, mais especificamente em Curitiba, no dia 13 de fevereiro de 1969. Mas ela passou praticamente a infância e adolescência inteira no Rio Grande do Sul (Santo Ângelo).
Meu pai, José Roberto, também nasceu no Paraná, mas em Arapongas, no dia 29 de maio de 1965. Meu pai é o 2º filho de 6, é, uma família realmente grande. Minha mãe tem um irmão, o Pablo, na verdade, o meu dindo/tio Pablo. (risos). Ele é seis anos mais velhos que ela, e quando eram menores, como irmãos comuns, brigavam e se batiam demais. Tanto que hoje, eles têm milhares de histórias pra contar, do que acontecia com eles.
Sem dúvidas vocês devem estar se perguntando: ah, como o José conheceu a Estela? (ninguém chama meu pai de José, todo mundo o chama de Baiè, porque é o sobrenome, mas vou colocar José, pra ficar diferente) Meu pai era do exército, e em 1986, foi transferido para Santo Ângelo, onde minha mãe morava. Então, eles acabaram se conhecendo. Mas não foi aquela paixão a primeira vista, minha mãe namorava um amigo do quartel do meu pai.
Nisso eles se conheceram. No começo eles eram só amigos. Passou um tempo, e eles não se viram mais. Meu pai ressurgiu numa época que minha mãe não estava mais namorando. Então, se conheceram mais ainda, e então meu pai pediu minha mãe em namoro. Minha vó não queria que minha mãe ficasse com meu pai, porque ele era pobre (tá, ele não era pobre, mas não era riiiiiiico). Ela já tinha arranjado alguém rico e bonitão pra minha mãe, mas ela quis ficar com meu pai.
Meu pai fez de tudo pra conquistar a confiança da sogra, encarou diversos desafios como tomar uma sopa de leite (ah, que nojo) e pintar a casa da minha vó num frio gaúcho em pleno inverno. Conseguiu conquistar a confiança dela. Depois de um ano de namoro, veio o noivado (24 de dezembro de 1989), e claro, depois veio o casamento (24 de novembro de 1990).